Supervisão 1 

1. questões sobre sexualidade (criança que estava "quase" diagnosticada com psicose por ter alucinações auditivas com conteúdo sexual e na verdade tinha sido abusada);

2. como lidar com comportamento opositor na sessão (criança que desiste na primeira dificuldade, chora e não quer fazer enfrentamento, nem na escola, nem na terapia).

Supervisão 2 

1. como trabalhar fantasia (desenho/história) na psicoterapia (criança que relatava que estava tudo bem, que estava conseguindo fazer as mudanças, mas na prática mãe dizia que estava tudo igual. A mudança só ocorreu depois do trabalho por via indireta);

 2. como decidir pelo encaminhamento psiquiátrico (criança precisa ou não de medicação? como avaliar se o uso de medicação atencional ou de controle de impulsos beneficiará seu pequeno cliente - e como convencer os pais!)

Supervisão 3 

1. como trabalhar a imaturidade (comportamentos aquém da idade cronológica) em crianças sem qualquer tipo de atraso de desenvolvimento.

2.como decidir pelo encaminhamento psiquiátrico (criança precisa ou não de medicação? como avaliar se o uso de medicação atencional ou de controle de impulsos beneficiará seu pequeno cliente - e como convencer os pais!)

Supervisão 4:

1. paciente com queixa de agressividade, episódios recorrentes de mordida e outros tipos de agressão à colegas quando  contrariada. Mãe  descreve a filha como “geniosa”, quer mandar em tudo. Relata atraso na fala e apego excessivo, apresentação dos resultados de avaliação de desenvolvimento, ajuda no diagnóstico e como intervir na imaturidade, agressividade e comportamento opositor.
2. problemas relacionados a expressividade emocional. Como usar o treino com o trio de materiais da Terapia Criativa “Cara de Quê, Quase Morri de Raiva e O que você sente?”. Como avaliar esse repertório na criança e intervir a partir do ponto em que ela está, e dos problemas que ela apresenta.

Supervisão 5:

1. quando a criança ou adolescente não concorda com os problemas relatados pelos pais, ou concorda, mas acha que tais comportamentos não são problemas, não precisam de mudança.

2. quando a criança ou adolescente não conversa com você, ou por ser esse o padrão problemático (ou associado a ele) ou por recusa voluntária (oposição ao tratamento).

Supervisão 6:

1. análise dos Inventários ASEBA para crianças e adolescentes, como entender os dados e como utilizá-los na prática clínica. 

2. a partir de que idade colocar a criança em terapia, e o que fazer, como conduzir o atendimento quando os pais insistem na terapia de crianças muito pequenas.

3. caso de paciente com 12 anos, com indícios de depressão, episódios de choro, automutilação, trazida pela irmã adulta, mãe não concorda com o tratamento. Discussão de como conduzir o caso, além de discutirmos questões éticas relacionadas a um menor de idade fazer tratamento sem consentimento dos responsáveis legais.

Supervisão 7:

1. como coletar dados clínicos (resolução de problemas, autocontrole e inibição comportamental) a partir do uso de instrumentos de avaliação cognitiva como testes de inteligência geral. E como intervir a partir deles.
2. como realizar intervenções de estimulação cognitiva a partir dos dados obtidos na avaliação neuropsicológica. Vou mostrar dados da avaliação de uma adolescente com 13 anos com diagnóstico inespecífico e atrasos provenientes de perímetro encefálico reduzido.

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Supervisão 1 

1. questões sobre sexualidade (criança que estava "quase" diagnosticada com psicose por ter alucinações auditivas com conteúdo sexual e na verdade tinha sido abusada);

2. como lidar com comportamento opositor na sessão (criança que desiste na primeira dificuldade, chora e não quer fazer enfrentamento, nem na escola, nem na terapia).

Supervisão 2 

1. como trabalhar fantasia (desenho/história) na psicoterapia (criança que relatava que estava tudo bem, que estava conseguindo fazer as mudanças, mas na prática mãe dizia que estava tudo igual. A mudança só ocorreu depois do trabalho por via indireta);

 2. como decidir pelo encaminhamento psiquiátrico (criança precisa ou não de medicação? como avaliar se o uso de medicação atencional ou de controle de impulsos beneficiará seu pequeno cliente - e como convencer os pais!)

Supervisão 3 

1. como trabalhar a imaturidade (comportamentos aquém da idade cronológica) em crianças sem qualquer tipo de atraso de desenvolvimento.

2.como decidir pelo encaminhamento psiquiátrico (criança precisa ou não de medicação? como avaliar se o uso de medicação atencional ou de controle de impulsos beneficiará seu pequeno cliente - e como convencer os pais!)

Supervisão 4:

1. paciente com queixa de agressividade, episódios recorrentes de mordida e outros tipos de agressão à colegas quando  contrariada. Mãe  descreve a filha como “geniosa”, quer mandar em tudo. Relata atraso na fala e apego excessivo, apresentação dos resultados de avaliação de desenvolvimento, ajuda no diagnóstico e como intervir na imaturidade, agressividade e comportamento opositor.
2. problemas relacionados a expressividade emocional. Como usar o treino com o trio de materiais da Terapia Criativa “Cara de Quê, Quase Morri de Raiva e O que você sente?”. Como avaliar esse repertório na criança e intervir a partir do ponto em que ela está, e dos problemas que ela apresenta.

Supervisão 5:

1. quando a criança ou adolescente não concorda com os problemas relatados pelos pais, ou concorda, mas acha que tais comportamentos não são problemas, não precisam de mudança.

2. quando a criança ou adolescente não conversa com você, ou por ser esse o padrão problemático (ou associado a ele) ou por recusa voluntária (oposição ao tratamento).

Supervisão 6:

1. análise dos Inventários ASEBA para crianças e adolescentes, como entender os dados e como utilizá-los na prática clínica. 

2. a partir de que idade colocar a criança em terapia, e o que fazer, como conduzir o atendimento quando os pais insistem na terapia de crianças muito pequenas.

3. caso de paciente com 12 anos, com indícios de depressão, episódios de choro, automutilação, trazida pela irmã adulta, mãe não concorda com o tratamento. Discussão de como conduzir o caso, além de discutirmos questões éticas relacionadas a um menor de idade fazer tratamento sem consentimento dos responsáveis legais.

Supervisão 7:

1. como coletar dados clínicos (resolução de problemas, autocontrole e inibição comportamental) a partir do uso de instrumentos de avaliação cognitiva como testes de inteligência geral. E como intervir a partir deles.
2. como realizar intervenções de estimulação cognitiva a partir dos dados obtidos na avaliação neuropsicológica. Vou mostrar dados da avaliação de uma adolescente com 13 anos com diagnóstico inespecífico e atrasos provenientes de perímetro encefálico reduzido.